Fique por Dentro

O Senhor me chamou, aqui estou...

Catequista, vocação gerada no coração de Deus No mês de agosto, celebramos no Brasil o mês das vocações. Para cada domingo deste mês celebramos, rezamos, uma vocação em especial.


Neste ano de 2020, no 5º final de semana, celebramos o dia dos catequistas, de todos aqueles que se colocam à serviço da propagação e ensinamento da Palavra de Deus, da doutrina e tradição da Igreja.


São homens e mulheres que dedicam seu tempo ao aprendizado e ao ensino, buscando sempre propagar as verdades que desde a origem da Igreja são transmitidas ao povo de Deus.


Nesse dia me vem à memória, com grande carinho, meus catequistas. Quiçá, mais do que minha família, foram os primeiros a me conduzir nos caminhos de Deus. Estes homens e mulheres que assumem voluntariamente à evangelização de crianças, jovens e adultos, levando aqueles que estão iniciando na fé uma experiência transformadora.


Além das homenagens e agradecimentos, a data também é marcada pelas reflexões, desafios, em tempo de recolhimento e cuidados com todos devido a COVID-19. É um tempo de grandes mudanças vertiginosas no campo da comunicação e que influencia nossos catequistas.


O(a) catequista é, antes de tudo, alguém que respondeu ao chamado divino, abraçou a sua vocação em nome da Igreja para anunciar a alegria do encontro com Deus que ele(a) mesmo(a) experimentou. Sua missão catequética deve ser modelo de caridade pastoral, conduzindo todos para o bem. No ano 2013, durante Jornada dos Catequistas no Vaticano, o Papa Francisco, pediu para serem “catequistas e não trabalharem como catequista. Ser catequista é uma vocação e não um trabalho, porque envolve a vida; o catequista leva ao encontro com Jesus, com palavras, vida e testemunho”.


Os dias atuais exigem de todos criatividade e uma dedicação ainda maior para anunciar Cristo. Os meios podem ser diferentes, mas o importante é ter o estilo de Jesus, que se adaptava às pessoas que tinha à sua frente. É preciso saber mudar, se adaptando para que a mensagem seja mais próxima, mesmo quando sempre é a mesma, porque Deus não muda, mas renova todas as coisas nele.


São inúmeros os desafios dos catequistas. Diante de crianças e jovens “conectados” desde cedo, atingir essas crianças e jovens de uma maneira encantadora se torna um grande desafio. Os(as) catequistas precisam utilizar uma linguagem compreensível a esses novos interlocutores. Para ajudar na atualização de todos, foi criado pela Comissão de Animação Bíblico-catequética da CNBB a página: www.catequesedobrasil.org.br. Este endereço eletrônico funciona como uma revista virtual e oferece aprofundamento em Bíblia e catequese, doutrina da Igreja, catequese e liturgia, iniciação à vida cristã, espiritualidade, temas atuais, entre outros assuntos.


A catequese de inspiração catecumenal (IVC), deve abandonar o modelo de simplesmente repassar conteúdo e passar a compreender a catequese como processo para saborear a experiência do amor misericordioso de Deus e da amizade. É o desejo de seguimento de Cristo pelo impulso do Espírito Santo que nos leva a nos comprometermos com a transformação da realidade.


O Documento de Aparecida, §18 assim diz: “Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça; transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher”. Da mesma forma, o Catecismo da Igreja Católica, §5: “A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, que compreende especialmente o ensino da doutrina cristã, ministrado em geral dum modo orgânico e sistemático, em ordem à iniciação na plenitude da vida cristã”. A todos os nossos(as) catequistas meu agradecimento por tanta dedicação. Deus abençoe a todos.


Pe. José Torquato


CONSIDERANDO que têm chegado à Cúria Metropolitana de Florianópolis diversos pedidos de esclarecimentos acerca de postagens nas mídias sociais de um padre, chamado Pe. Fabrício Adão Bernardo, particularmente com a disponibilidade para celebrações de sacramentos (missas, batizados, matrimônios, etc.),


CONSIDERANDO que, acessando as redes sociais (Facebook), encontramos informações por ele mesmo dadas, a saber: Pe. Fabrício Adão Bernardo, da “Missão Vida em Oração”, da ICAB (sigla de: Igreja Católica Brasileira),


A Arquidiocese de Florianópolis ESCLARECE o quanto segue.


Este padre, como ele mesmo se apresenta, pertence à Igreja Católica Brasileira (ICAB). Não é padre da Igreja Católica Apostólica Romana e, portanto, não está em comunhão com o Romano Pontífice (o Papa) nem com nosso Arcebispo Metropolitano. A confusão pode ser gerada, entre outros fatores, pelo fato de usar paramentos iguais aos de nossos padres, de celebrar missas, batizados e casamentos do mesmo modo que nós, e de manifestar devoção a Nossa Senhora e aos santos católicos. Mas, repetimos, ele não é padre católico, não pertence à Igreja Católica Apostólica Romana.


Os sacramentos que ele realiza não têm validade no âmbito da Igreja Católica Apostólica Romana. Se alguém, inadvertidamente, foi batizado por ele, ou casou sob sua assistência, e quiser permanecer na Igreja Católica Apostólica Romana, deverá procurar seu Pároco para acertar sua condição sacramental.


Respeitando as variadas manifestações da fé cristã, recordamos que devemos evitar qualquer confusão ou risco de indução ao erro. Portanto, os responsáveis pelas nossas igrejas (igrejas paroquiais, de comunidades, de irmandades, santuários, etc.), devem estar atentos para não permitirem que padres ou outros ministros de outras igrejas utilizem nossos ambientes, nem usem objetos próprios de nosso culto e de nossas devoções… Advertimos, também, que não é autorizado realizar imagens (fotos) em nossas igrejas (ambientes) por ministros de outras igrejas.


Colocamo-nos à disposição para outros esclarecimentos.

Na fé em Cristo, Senhor e Salvador,


Dom Wilson Tadeu Jönck

Arcebispo Metropolitano de Florianópolis

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA é um evento anual, que deve estar no calendário das paróquias e comunidades de toda a Igreja no Brasil, de forma especial na segunda semana de agosto, mês dedicado às vocações. Promovido desde 1992, pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar da CNBB, neste ano, tem como objetivo valorizar o protagonismo da Igreja doméstica, a partir da reflexão sobre o tema escolhido: "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24,15). A família tem sua origem naquele mesmo amor com que o Criador abraça o mundo criado. O Filho unigênito, consubstancial ao Pai, "Deus de Deus, Luz da Luz", entrou na história dos homens através da família: "Pela sua encarnação, Ele, o Filho de Deus, uniu-se de certo modo a cada homem. Trabalhou com mãos humanas (...), amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado". Se é certo que Cristo revela plenamente o homem a si mesmo, irá fazer começando pela família onde Ele escolheu nascer e crescer. Sabe-se que o Redentor passou grande parte da sua vida no recanto escondido em Nazaré, submisso (Lc 2,51), sua Mãe, e a José, o carpinteiro. O mistério divino da Encarnação do Verbo está, pois, em estreita relação com a família humana.

Oração em Família

Leitor: Estamos iniciando a Semana Nacional da Família, 09 a 15 de

agosto, e neste primeiro dia celebramos o dia dos pais. Rezemos

por todos os pais, os que estão conosco e aqueles que já partiram

para a eternidade. Foi Jesus quem

nos ensinou a chamar Deus de Pai.

Hoje é o XIX Domingo do Tempo

Comum, Jesus caminha sobre as

águas e acalma o vento manifestando-se aos apóstolos.

Leitor: Iniciemos nossa oração +

em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Canto:

Eis-me aqui, Senhor! Eis-me aqui,

Senhor! Pra fazer Tua Vontade, pra

viver do Teu Amor.

Pra fazer Tua Vontade, pra viver do

Teu amor. Eis-me aqui, Senhor!

1. O Senhor é o Pastor que me conduz. Por caminhos nunca vistos

me enviou. Sou chamado a ser fermento, sal e luz e por isso respondi:

aqui estou!

Leitura do Evangelho

Leitor: Hoje no Evangelho Jesus

manifesta sua divindade caminhando sobre as águas e acalmando o vento que tanto preocupava

os discípulos.

Evangelho:

Leitor: Proclamação do Evangelho

de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 14,22-33).

Depois da multiplicação dos pães,-

22Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado

do mar,enquanto ele despediria as

multidões.

23Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A

noite chegou, e Jesus continuava

ali, sozinho.

24A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o

vento era contrário. 25Pelas três

horas da manhã, Jesus veio até os

discípulos, andando sobre o mar.

26Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram

apavorados, e disseram: ’É um fantasma’. E gritaram de medo.

27Jesus, porém, logo lhes disse: ’Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!’

28Então Pedro lhe disse: ’Senhor, se

és tu, manda-me ir ao teu encontro,

caminhando sobre a água.’ 29E Jesus respondeu: ‘Vem!’ Pedro desceu

da barca e começou a andar sobre

a água, em direção a Jesus. 30Mas,

quando sentiu o vento, ficou com

medo e começando a afundar, gritou: ‘Senhor, salva-me!’ 31Jesus logo

estendeu a mão, segurou Pedro, e

lhe disse: ’Homem fraco na fé, por

que duvidaste?’ 32Assim que subiram no barco, o vento se acalmou.

33Os que estavam no barco, prostraram-se diante dele, dizendo:

’Verdadeiramente, tu és o Filho de

Deus!’

Palavra da Salvação!

Todos: Glória a vós, Senhor!

“Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” (Mt 14,27)

XIX Domingo do Tempo Comum

08 e 09 de agosto de 2020

Antes da oração: Prepare um lugar

especial na sua casa para reunir seus

familiares para realizar a oração.

Tenha por perto a bíblia, uma vela, o

crucifixo e a imagem de Nossa Senhora e algumas flores.

Meditação da Palavra

Para meditar e rezar o texto lido:

1. Alguém da família conta com

suas próprias palavras o texto que

acabou de ouvir.

2. Após alimentar as multidões

com a multiplicação dos pães, Jesus

obriga os discípulos a entrarem na

barca e saírem para a outra margem. Jesus se põe em oração até a

madrugada.

3. É noite, a barca é agitada pelo vento e Jesus vai até os apóstolos

caminhando sobre as águas. Deus

sempre está conosco quando enfrentamos as tempestades e a escuridão.

4. Os discípulos o confundem com

um fantasma. Nem sempre conseguimos reconhecer sua presença.

Sua presença só podemos ver com

os olhos da fé.

5. Pedro caminha sobre as águas ao

encontro de Jesus. Em nossa vida,

nós também caminhamos como

que sobre as águas, e, às vezes, em

meio à escuridão. Necessitamos de

fé perseverante para enfrentarmos

os ventos, as ondas da vida e a escuridão.

6. Jesus também nos diz: ‘Coragem!

Sou eu. Não tenhais medo!’ Nos desafios e ventanias da vida só conseguimos vencê-los com a fé e mantendo os “olhos fixos em Jesus”.

7. Jesus subiu na barca e o vento se

acalmou. Em nossa barca, nossa

vida, nossa família, nossa comunidade não podemos duvidar da

presença do Senhor Ressuscitado

conosco. Ele também nos diz: ‘Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!’ Ele

não está ausente, ele está presente.

Estas palavras nos remetem também a outra: “Eis que eu estarei convosco todos os dias até o fim” (Mt 28,20). A fé na presença do Mestre,

em nosso dia a dia, é fundamental

para perseverarmos sem medo e

sem dúvida. Ele não é um fantasma, ele é real, é o Ressuscitado que

venceu a morte e está vivo no meio

de nós. E é nele que encontramos

segurança, alegria e esperança. A

Palavra de Deus e a oração nos fortalecerão para percebermos a presença de Deus em nosso caminho,

em nosso barco.

(Rezar todos os dias em família)

Pai/Mãe: Jesus, Maria e José, em Vós

contemplamos o esplendor do verdadeiro amor, e, confiantes, a Vós

nos consagramos.

Filhos: Sagrada Família de Nazaré,

tornai também as nossas família

lugares de comunhão e cenáculos

de oração, autênticas escolas do

Evangelho e pequenas igrejas domésticas.

Todos: Sagrada Família de Nazaré

que nunca mais haja nas famílias

episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido

ferido ou escandalizado seja rapidamente consolado e curado.

Pai/Mãe: Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos

conscientes do caráter sagrado e

inviolável da família, da sua beleza

no projeto de Deus.

Todos: Jesus, Maria e José, ouvi-nos

e acolhei a nossa súplica.

Amém.

Todos: Pai nosso, que estais nos

céus, santificado seja o vosso

nome; venha a nós o vosso Reino,

seja feita a vossa vontade assim na

terra como no céu. O pão nosso de

cada dia nos dai hoje; perdoai-nos

as nossas ofensas, assim como nós

perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em

tentação, mas livrai-nos do mal.

Amém!

Leitor: O Senhor nos abençoe, nos

livre de todo o male nos conduza à

vida eterna.

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém!

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